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Partilha e comunicação através da troca de figurinhas: a interação que fortalece o aprendizado dos alunos do 6º ano

Os alunos dos 6º anos do Colégio Salesiano Recife participaram de uma atividade diferente na sala Maker. Após explorarem a Copa do Mundo e os diferentes tipos de interação e convivência humana que ela proporciona em nossa sociedade atual, foram convidados a vivenciar a parte prática. Quando falamos sobre a Copa do Mundo, é impossível não fazer relação com os álbuns de figurinhas que são colecionados durante esse período.


Nessa dinâmica, cada estudante recebeu seu próprio álbum e pacotes de figurinhas para colecionar. No entanto, a proposta foi muito além do futebol. Os temas trabalhados com as turmas foram baseados nos conteúdos do material didático, e os alunos dos 6º anos trocaram figurinhas relacionadas à religiosidade e às diversas formas de comunicação presentes nesse contexto: verbais e não verbais, expressas por meio de cores, sons, vestimentas, símbolos e escrita.


Durante o processo, quando faltava alguma figurinha para completar seus álbuns, os alunos iam ao encontro dos colegas para trocar as repetidas e compartilhar suas experiências e o andamento individual na atividade.



“Com essa proposta, eles conseguem desenvolver ainda mais a comunicação com os colegas, pois, para completar seus álbuns, precisam interagir uns com os outros”,

destacou Ana Cristina, professora responsável pelo desenvolvimento da atividade com os estudantes.


Todos os presentes demonstraram grande empolgação com a proposta, que, além de estimular a interação entre os alunos, contribui significativamente para o desenvolvimento do processo de aprendizagem.


Ao transformar o ato de colecionar figurinhas em uma experiência de reflexão sobre diversidade religiosa e comunicação, a instituição promove um aprendizado vivo. Mais do que preencher espaços em um álbum, os alunos preencheram a sala com diálogo e respeito, demonstrando que o conhecimento se constrói, acima de tudo, por meio das relações humanas e do encontro com o outro.


Por

Laís Tavares


 
 
 
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